Junto com as doações enviamos também uma carta aos moradores de Guidoval-MG, confira abaixo:
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Preparação das doações para envio
No início da noite de hoje, organizamos as doações arrecadadas no caminhão que as enviará ao município de Guidoval-MG. Após carregarmos o caminhão, o Padre Antônio, membro do Conselho Consultivo da APRIMAPPA, abençoou as doações e os motoristas que as levarão, além de ter feito também uma oração por todas as vítimas da enchente.
Junto com as doações enviamos também uma carta aos moradores de Guidoval-MG, confira abaixo:
Junto com as doações enviamos também uma carta aos moradores de Guidoval-MG, confira abaixo:
As Arrecadações do S.O.S. Minas
Ontem, 10 de Janeiro de 2012, na Paróquia São José Operário, no Parque Mambucaba a APRIMAPPA se reuniu junto a voluntários que se integraram a ação solidária S.O.S. Minas.
Os Alimentos foram contabilizados e as roupas foram separadas e organizadas e devidamente ensacoladas.
Conseguimos arrecadar em Alimentos não Perecíveis
129 kg de Arroz
46 kg de Feijão
148 litros de Água Mineral
5,500 kg de Macarrão
16 litros de Óleo
3 kg de Café
3,600 kg de Leite em pó
13 litros de Leite
5 kg de Fubá
A FEAM (Fundação Eletronuclear de Assistência Médica) contribuiu com 500 kits de higiene bucal. E o Hotel do Bosque contribuiu com 8 colchões, 50 travesseiros, 50 lençóis e 50 fronhas.
A APRIMAPPA agradece a todos que de alguma forma colaboraram com essa ação solidária junto a nós!
"Unidos Somos Mais Fortes!! Unidos Podemos Fazer a Diferença!! Unidos podemos ser Ouvidos!! Unidos Conseguiremos!! Separados somos gotas no oceano. ..."
Os Alimentos foram contabilizados e as roupas foram separadas e organizadas e devidamente ensacoladas.
129 kg de Arroz
46 kg de Feijão
148 litros de Água Mineral
5,500 kg de Macarrão
16 litros de Óleo
3 kg de Café
3,600 kg de Leite em pó
13 litros de Leite
5 kg de Fubá
A FEAM (Fundação Eletronuclear de Assistência Médica) contribuiu com 500 kits de higiene bucal. E o Hotel do Bosque contribuiu com 8 colchões, 50 travesseiros, 50 lençóis e 50 fronhas.
A APRIMAPPA agradece a todos que de alguma forma colaboraram com essa ação solidária junto a nós!
"Unidos Somos Mais Fortes!! Unidos Podemos Fazer a Diferença!! Unidos podemos ser Ouvidos!! Unidos Conseguiremos!! Separados somos gotas no oceano. ..."
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
APRIMAPPA na TV Câmara
A Aprimappa esteve hoje, dia 10 de Janeiro de 2012, na Paróquia São José Operário no Parque Mambucaba em entrevista com a TV Câmara sobre a campanha S.O.S. Minas Gerais!
A Matéria deve sair no ar amanhã no Jornal das 19hrs no canal da Tv Câmara e online no site da Câmara Municipal de Angra dos Reis.
Na foto o Presidente da APRIMAPPA Angelo Marcio , a Secretária de Cultura e Eventos Mariama Rodrigues e Pedro José do Conselho Fiscal e ainda o Jornalista Manollo Jordão e o Cinegrafista Fabiano Oliveira! Estiveram presentes também o Pe. Antônio Carlos e outros participantes da Campanha.
A Matéria deve sair no ar amanhã no Jornal das 19hrs no canal da Tv Câmara e online no site da Câmara Municipal de Angra dos Reis.
Na foto o Presidente da APRIMAPPA Angelo Marcio , a Secretária de Cultura e Eventos Mariama Rodrigues e Pedro José do Conselho Fiscal e ainda o Jornalista Manollo Jordão e o Cinegrafista Fabiano Oliveira! Estiveram presentes também o Pe. Antônio Carlos e outros participantes da Campanha.
A APRIMAPPA agradece a divulgação da campanha em prol do povo de Minas.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Pequenas cidades sofrem com grandes prejuízos da chuva em Minas
Municípios pouco conhecidos da Zona da Mata estão entre os mais devastados pelas cheias deste ano. Moradores contam com solidariedade de vizinhos para tentar aliviar sofrimento
De nomes pouco conhecidos, três cidades miúdas de gente de enorme coração ganharam projeção nacional com as fortes chuvas que abriram feridas em Minas Gerais. Guidoval, Dona Euzébia e Rodeiro, irmãs, tiveram suas terras ao avesso por conta das cheias dos rios Xopotó e Pomba. Guidoval, a mais atingida, esteve ilhada, sem água, remédios, telefone, luz e alimentos. Dona Euzébia teve grande parte de sua área central completamente destruída e contou 1 mil desabrigados, além de viver tensão extrema com o risco de rompimento de um açude, que arrasaria ainda mais o seu povo sofrido. Já Rodeiro, a menos atingida, teve papel primordial para voluntários e forças oficiais levarem comida a quem teve sede e fome.
Luciene, o marido e os filhos estão abrigados numa escola estadual em Guidoval. A família está na cidade há apenas três meses, vinda de Fervedouro, para melhorar de vida
GUIDOVAL
Uma cidade entre cacos
>> Habitantes: 7.210
>> Área: 158.975 km2
>> Densidade: 45,35 hab/Km2
>> Distância de BH: 298 Km
>> Fundação: 1948
Não só um polo moveleiro foi por terra, como quase todo o comércio. “Minha vida nunca foi fácil. Sempre tive de lutar muito e encaro isso com força para reerguer tudo”, afirma o comerciante Luiz Carlos Andrade, dono da padaria mais antiga de Guidoval. O filho, braço forte da família, empresário em BH, ouve com orgulho o depoimento do pai. Maycon Andrade, de 33, estava passando as festas de fim de ano com a família e fala com espanto da madrugada de terror na segunda-feira: “Por volta das 3h, algumas pessoas começaram a improvisar e soltar foguetes para acordar a população”, relata. O prejuízo do pai ultrapassa os R$ 160 mil. Fala-se em toda a cidade que, se a cheia tivesse sido poucas horas antes, poderia ter chegado a 2 mil o número de mortos.
É noite na Escola Estadual Mariana de Paiva, abrigo para 60 pessoas. Entre elas, Luciene Muniz Campos, de 32, há três meses em Guidoval. Ela, o marido e quatro filhos vieram de Fervedouro em busca de futuro melhor. “Meu marido é pedreiro. Lá ele ganhava R$ 60 por dia. Aqui, R$ 100. A gente estava começando a sonhar com o futuro e acontece isso.” Do outro lado da mesa, Felipe da Silva, de 25, parece esquecer o drama da família para viver a dor de Luciene. É seminarista em Goiânia. Para ele, “a catástrofe é sinal de Deus para que o homem preste mais atenção no que faz”.
No corredor de entrada do abrigo, sentados, de olheiras profundas, mudos, dois jovens não sabem o que pensar do futuro. Acostumados com o calor e conforto de casa, tiveram nó na rotina assim como os mais de 2 mil desabrigados de Guidoval. Keviane Gonçalves, de 16, e Natan Xavier, de 21, amigos e vizinhos, ex-moradores de prédio de dois andares destruído, se completam em poucas palavras: “É muito triste ter de passar por isso.” Leimar de Paiva, de 50, funcionária da escola, que com a cheia se preparou para abrigar a comunidade, acabou tendo de buscar espaço para si mesma. Brincalhão no abrigo, o cão Piti, com pelos já embranquecidos, estava desaparecido. Dado como morto, por milagre apareceu para alegrar as crianças.
DONA EUZÉBIA
O caos que se repete
>> Habitantes: 6.001
>> Área: 54.466 Km2
>> Densidade: 110,18 hab/Km2
>> Distância de BH: 287
>> Fundação: 1928
O drama é recorrente. Em 17 de dezembro de 2008, moradores de Dona Euzébia sofreram com a cheia do Rio Pomba, que subiu sete metros. O perigo aumenta. Este ano, as águas chegaram a oito metros. Na cidade, que também ficou sem energia, água potável e telefone, não bastasse o perigo que veio do rio, alguns moradores ainda viram suas casas ruírem na parte alta, com o desmoronamento de barrancos. É o caso das famílias da cuidadora de idosos Zélia Maria Machado, de 54, e da costureira Irani Gonçalves, de 47, que, na quarta-feira, tiveram parte de suas propriedades invadida pelas encostas.
A queda do barranco atingiu feio o Bairro Ozório Ribeiro. Dona Zélia Maria e o marido, Luiz Ferancini, viveram madrugada de suplício na quinta-feira, com medo de ver a casa soterrada com o avanço da terra e da água, que invadiram parte da cozinha, transformando o quintal em cachoeira de lama. Dona Irani teve a mesma sorte, mas por pouco não viu o marido, Vantuir, e a filha, Heloisa, soterrados no quarto do casal. “Quando não está chovendo, não é área de risco, mas quando chove, tudo aqui vira área de risco”, diz. Com tristeza, conta que é a segunda vez em três anos que passa o mesmo sufoco. Com as chuvas de 2008, a costureira teve de ficar seis meses na zona rural. Quarto inteiro e cozinha vieram abaixo.
Na parte baixa, área central de Dona Euzébia, perto da antiga estação ferroviária, o clima é tenso. Revoltado, seu Valdomiro Cândido, de 67, não consegue aceitar que, no Brasil, se gaste mais com os efeitos das chuvas do que com a precaução. Em coro com conterrâneos, exige medidas efetivas. “Quero saber o que vai ser feito de fato. Não adianta, como em 2008, dar uma cesta básica e um colchãozinho. Morava do outro lado do Rio e perdi tudo. Mudei e agora perdi quase tudo de novo”, desabafa o pedreiro João Batista, de 38. Braz Augusto, psicólogo, criado em Dona Euzébia, faz parte de grupo de 30 pessoas que promete não dar sossego ao poder público em busca de comprometimento com o drama do município, mais uma vez, em estado de emergência.
De nomes pouco conhecidos, três cidades miúdas de gente de enorme coração ganharam projeção nacional com as fortes chuvas que abriram feridas em Minas Gerais. Guidoval, Dona Euzébia e Rodeiro, irmãs, tiveram suas terras ao avesso por conta das cheias dos rios Xopotó e Pomba. Guidoval, a mais atingida, esteve ilhada, sem água, remédios, telefone, luz e alimentos. Dona Euzébia teve grande parte de sua área central completamente destruída e contou 1 mil desabrigados, além de viver tensão extrema com o risco de rompimento de um açude, que arrasaria ainda mais o seu povo sofrido. Já Rodeiro, a menos atingida, teve papel primordial para voluntários e forças oficiais levarem comida a quem teve sede e fome.
Luciene, o marido e os filhos estão abrigados numa escola estadual em Guidoval. A família está na cidade há apenas três meses, vinda de Fervedouro, para melhorar de vida
GUIDOVAL
Uma cidade entre cacos
>> Habitantes: 7.210
>> Área: 158.975 km2
>> Densidade: 45,35 hab/Km2
>> Distância de BH: 298 Km
>> Fundação: 1948
Não só um polo moveleiro foi por terra, como quase todo o comércio. “Minha vida nunca foi fácil. Sempre tive de lutar muito e encaro isso com força para reerguer tudo”, afirma o comerciante Luiz Carlos Andrade, dono da padaria mais antiga de Guidoval. O filho, braço forte da família, empresário em BH, ouve com orgulho o depoimento do pai. Maycon Andrade, de 33, estava passando as festas de fim de ano com a família e fala com espanto da madrugada de terror na segunda-feira: “Por volta das 3h, algumas pessoas começaram a improvisar e soltar foguetes para acordar a população”, relata. O prejuízo do pai ultrapassa os R$ 160 mil. Fala-se em toda a cidade que, se a cheia tivesse sido poucas horas antes, poderia ter chegado a 2 mil o número de mortos.
É noite na Escola Estadual Mariana de Paiva, abrigo para 60 pessoas. Entre elas, Luciene Muniz Campos, de 32, há três meses em Guidoval. Ela, o marido e quatro filhos vieram de Fervedouro em busca de futuro melhor. “Meu marido é pedreiro. Lá ele ganhava R$ 60 por dia. Aqui, R$ 100. A gente estava começando a sonhar com o futuro e acontece isso.” Do outro lado da mesa, Felipe da Silva, de 25, parece esquecer o drama da família para viver a dor de Luciene. É seminarista em Goiânia. Para ele, “a catástrofe é sinal de Deus para que o homem preste mais atenção no que faz”.
No corredor de entrada do abrigo, sentados, de olheiras profundas, mudos, dois jovens não sabem o que pensar do futuro. Acostumados com o calor e conforto de casa, tiveram nó na rotina assim como os mais de 2 mil desabrigados de Guidoval. Keviane Gonçalves, de 16, e Natan Xavier, de 21, amigos e vizinhos, ex-moradores de prédio de dois andares destruído, se completam em poucas palavras: “É muito triste ter de passar por isso.” Leimar de Paiva, de 50, funcionária da escola, que com a cheia se preparou para abrigar a comunidade, acabou tendo de buscar espaço para si mesma. Brincalhão no abrigo, o cão Piti, com pelos já embranquecidos, estava desaparecido. Dado como morto, por milagre apareceu para alegrar as crianças.
A cuidadora de idosos passou uma madrugada de suplício, ao ver uma encosta desabar sobre parte de sua casa, no Bairro Ozório, em Dona Euzébia
DONA EUZÉBIA
O caos que se repete
>> Habitantes: 6.001
>> Área: 54.466 Km2
>> Densidade: 110,18 hab/Km2
>> Distância de BH: 287
>> Fundação: 1928
O drama é recorrente. Em 17 de dezembro de 2008, moradores de Dona Euzébia sofreram com a cheia do Rio Pomba, que subiu sete metros. O perigo aumenta. Este ano, as águas chegaram a oito metros. Na cidade, que também ficou sem energia, água potável e telefone, não bastasse o perigo que veio do rio, alguns moradores ainda viram suas casas ruírem na parte alta, com o desmoronamento de barrancos. É o caso das famílias da cuidadora de idosos Zélia Maria Machado, de 54, e da costureira Irani Gonçalves, de 47, que, na quarta-feira, tiveram parte de suas propriedades invadida pelas encostas.
A queda do barranco atingiu feio o Bairro Ozório Ribeiro. Dona Zélia Maria e o marido, Luiz Ferancini, viveram madrugada de suplício na quinta-feira, com medo de ver a casa soterrada com o avanço da terra e da água, que invadiram parte da cozinha, transformando o quintal em cachoeira de lama. Dona Irani teve a mesma sorte, mas por pouco não viu o marido, Vantuir, e a filha, Heloisa, soterrados no quarto do casal. “Quando não está chovendo, não é área de risco, mas quando chove, tudo aqui vira área de risco”, diz. Com tristeza, conta que é a segunda vez em três anos que passa o mesmo sufoco. Com as chuvas de 2008, a costureira teve de ficar seis meses na zona rural. Quarto inteiro e cozinha vieram abaixo.
Na parte baixa, área central de Dona Euzébia, perto da antiga estação ferroviária, o clima é tenso. Revoltado, seu Valdomiro Cândido, de 67, não consegue aceitar que, no Brasil, se gaste mais com os efeitos das chuvas do que com a precaução. Em coro com conterrâneos, exige medidas efetivas. “Quero saber o que vai ser feito de fato. Não adianta, como em 2008, dar uma cesta básica e um colchãozinho. Morava do outro lado do Rio e perdi tudo. Mudei e agora perdi quase tudo de novo”, desabafa o pedreiro João Batista, de 38. Braz Augusto, psicólogo, criado em Dona Euzébia, faz parte de grupo de 30 pessoas que promete não dar sossego ao poder público em busca de comprometimento com o drama do município, mais uma vez, em estado de emergência.
Eduardo Nogueira mostra objetos levados pela água
RODEIRO
Comboio de salvação
Eduardo Nogueira mostra objetos levados pela água
Eduardo Nogueira mostra objetos levados pela água
>> Habitantes: 6.863
>> Área: 72.029 Km2
>> Densidade: 95,28 hab/Km2
>> Distância de BH: 290 Km
>> Fundação: 1962
Terra do cantor e compositor Zé Geraldo, Rodeiro viveu paradoxo de dor e alívio. Depois de ter parte da zona rual devastada pelas águas do Rio Xopotó, foi no pequeno município vizinho que Guidoval teve aberto caminho para comboio da salvação. Por uma de suas estradinhas passaram jipes e caminhões, com ajuda humanitária ao ponto mais destruído da Zona da Mata. “Se arrancar aquela moita de bambu, coitado do Bastião, vai perder é tudo”, comenta o dragueiro Áureo Lúcio de Oliveira, de 42, funcionário de propriedade castigada pela enchente da madrugada de segunda-feira. De um lado do Rio Xopotó, Rodeiro; do outro, Guidoval. Áureo ajuda a abrir caminho próximo a ponte que dá acesso ao povoado vizinho, ilhado.
Com a lama até nos cabelos, não dorme em paz há dias para ajudar o patrão, Eduardo Nogueira, de 63, que viu a casa bonita arrastada. “Coitado do meu patrão. Perdeu até a roupa do corpo”, lamenta Áureo. “É aquele lá. Vem cá pro senhor falar com ele”, convoca. “Aí, moreno. Olhe só até onde a água foi”, aponta aturdido para o que sobrou do telhado.
O prejuízo ele calcula aproximadamente R$ 60 mil. Muito para o custo de vida baixo de um lugar onde se vive do que se planta. Kaunito, de 60, olhos azuis sofridos, que comanda a ação da retroescavadeira para abrir passagem, vê com profunda tristeza as folhas de telhas de alumínio e restos de móveis espalhados para tudo o que é lado dos ranchos em pó. Emocionado, treme ao enrolar o cigarrinho de palha.
Ação Solidária
No dia 07 de Janeiro de 2011 a APRIMAPPA fez a campanha S.O.S. Minas Gerais em frente ao SuperMarket na Av. Magalhães de Castro no Parque Mambucaba durante todo o dia.
Arrecadamos diversos Alimentos não perecíveis, água e roupas. Os mineiros ainda carecem de roupas de cama e toalhas de banho.
S.O.S. Minas Gerais em Frente ao Supermarket no dia 07/01
Ação solidária da APRIMAPPA (Sônia Theresa, Andrea, Euzair e Mariama)
A APRIMAPPA já solicitou também a ajuda das instituições ELETRONUCLEAR, FEAM, Andrade Gutierrez , Defesa Civil de Angra dos Reis, Hotel do Bosque entre outros. Ainda aguardamos retorno de algumas dessas instituições. Solicitamos em especial a Defesa Civil que disponibilize um ponto de arrecadação no centro de Angra dos Reis, estamos aguardando retorno.
Confecção das Faixas para a campanha S.O.S. Minas Gerais
Integre-se a essa ação solidária junto a APRIMAPPA. A previsão para coleta das doações irá até o dia 13 de Janeiro nos pontos fixos do Parque Mambucaba e Vila Histórica de Mambucaba, podendo ser estendida caso haja necessidade.
A APRIMAPPA entregará os alimentos arrecadados em Minas Gerais.
Mariama anunciando a campanha S.O.S. Minas...
O dia começou assim: muito sol e a APRIMAPPA animada para o inicio das arrecadações.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
S.O.S MINAS GERAIS - GUIDOVAL
Sensibilizados pelas consequências das chuvas na cidade de GUIDOVAL, zona da mata de MG, a APRIMAPPA está promovendo junto aos moradores, comerciantes e instituições do Parque Mambucaba, Perequê e Vila Histórica de Mambucaba do 4º distrito de Angra dos Reis, RJ, uma Ação de Solidariedade para arrecadar doações que possam minimizar o sofrimento dos nossos coirmãos vítimas desta calamidade.
Em Angra dos Reis temos um número considerável de pessoas que migraram ou visitam nossa cidade da região de Minas Gerais, em especial da cidade de GUIDOVAL para o Parque Mambucaba, muitos acreditaram em nossa Região e se estabeleceram aqui, contudo deixaram familiares na cidade origem.
A 290 quilômetros de Belo Horizonte, GUIDOVAL, com pouco mais de 7.000 habitantes, vive dias de caos por causa das chuvas, sendo uma das mais atingidas do Estado e praticamente todos moradores atingidos foram retirados com ajuda de helicóptero e barcos, tem problemas nas estradas e na comunicação após as chuvas dos últimos dias. Informações preliminares dos bombeiros indicam que há mais de 4.000 pessoas desalojadas – 57% da população. GUIDOVAL é a 53ª cidade de Minas Gerais a decretar situação de emergência.
O Parque Mambucaba, 4º distrito do Município de Angra dos Reis, RJ, também sofre quando a chuvas muito densas, sendo a última enchente grave ocorrida em Janeiro de 2010, atingindo praticamente todo o bairro, na ocasião também contamos com a solidariedade de diversos outros municípios e ainda corremos risco de sofrer novamente outra situação desta. Por isto, entendemos e nos solidarizamos ainda mais com o sofrimento das pessoas de Minas Gerais e em especial de nossos coirmãos de GUIDOVAL.
Para evitar estas tragédias e preservar nossos rios através da conscientização da população na mobilização comunitária, foi criada pelos próprios moradores a Associação Pró Rios Mambucaba e Perequê na prevenção de Alagamentos – APRIMAPPA, que está convocando a todos para integrar-se a essa AÇÃO solidária, doando: Fraldas, Água, Alimentos não perecíveis, materiais de limpeza e higiene pessoal, roupas, colchonetes, etc, que serão entregues pessoalmente as vítimas pela APRIMAPPA acompanhado por moradores locais de origem da cidade de Guidoval MG.
Fotos retiradas do Facebook de Dedé Vieira
Participe! Ajude! Seja Solidário! Ontem precisamos, Hoje podemos ajudar, Amanhã poderemos precisar novamente.
Pontos de doação:
Vila Histórica de Mambucaba (Mambucabinha): Wal Açaí CIA – Rua das Flores, 72, Mambucabinha.
Parque Mambucaba (Perequê): Paróquia São José Operário – Rua Francisco Magalhães de Castro, s/n, (Rua principal), Parque Mambucaba.
Igreja Assembleia de Deus – Ministério de Mambucaba – Rua sete de abril, s/n, (próximo a campo da gringa), Parque Mambucaba.
APRIMAPPA.
Tel. De contato: (24)8809-9495, (24)9292-3783
E-mail: aprimappa@gmail.com
Blog: blogaprimappa.blogspot.com
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